CHEIA – Em uma semana rio Madeira recua em 12 centímetros e marca nível 19,56 metros
Sexta-Feira, 04 de Abril de 2014 / 10:53 - Atualizado em Sexta-Feira, 04 de Abril de 14 / 11:06
Na BR-364 uma força tarefa realiza trabalhos diários para garantir o transporte de produtos de primeira necessidade ao estado do Acre.
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Mesmo com a visível diminuição do volume de água do rio Madeira, a situação permanece complicada em vários pontos da capital rondoniense. Na BR-364 que dá acesso ao estado do Acre, três balsas cortam a rodovia alagada.
Tem prioridade na travessia das balsas os caminhões que transportam gêneros de primeira necessidade. Para os veículos menores o acesso permanece restrito.
Dentro da área urbana de Porto Velho militares continuam realizando o levante do acampamento montado para abrigar as famílias desalojadas com a cheia do rio. Passando pelo local é possível observar que muita coisa ainda precisa ser feita para que o local ao menos recepcione as famílias com dignidade.
Comunidades ribeirinhas como a Vila de pescadores da Candelária em Porto Velho, também estão sofrendo com os problemas trazidos pela cheia, várias residências já foram tomadas pela água.
O centenário cemitério da Candelária que sepultou vários desbravadores amazônicos também corre o risco de ficar em baixo d’água, fato que só não aconteceu ainda devido a localização do cemitério que fica em uma região alta.
Hoje pela manhã o Diário Oficial do Estado publicou o decreto que institui estado de calamidade em todo o estado. Além de Porto Velho, os municípios de Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Costa Marques, Cacoal, Pimenta Bueno e Chupinguaia, também sofrem com problemas trazidos pela cheia nos seus respectivos rios.
De acordo com o INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) as previsões são de chuvas na capital rondoniense ao menos até a próxima segunda-feira (7).
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